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	<title>tecnologias baseadas em microbioma - SYMBIOMICS</title>
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	<description>Microbes for a sustainable agriculture</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Jul 2022 23:51:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>tecnologias baseadas em microbioma - SYMBIOMICS</title>
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		<title>Inovação em microbioma: 3 oportunidades para o futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Symbiomics Team]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 13:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[microbioma]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias baseadas em microbioma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estima-se que as tecnologias baseadas em microbioma vão movimentar um mercado de mais de US$ 15 bilhões até 2030. Esse [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/inovacao-em-microbioma-3-oportunidades-para-o-futuro/">Inovação em microbioma: 3 oportunidades para o futuro</a> first appeared on <a href="https://www.symbiomics.com.br">SYMBIOMICS</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Estima-se que as tecnologias baseadas em microbioma vão movimentar um mercado de mais de </span><b>US$ 15 bilhões até 2030</b><span style="font-weight: 400;">. Esse mercado foi de quase US$ 5 milhões em 2020. Trata-se de uma valorização de 150% no valor de mercado do setor em 10 anos. Os dados são da consultoria </span><a href="https://www.prnewswire.com/news-releases/global-microbiome-markets-report-2021-market-is-expected-to-reach-15-55-billion-in-2030--at-a-cagr-of-11-4-301326835.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Research and Markets</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa expectativa vem na esteira de </span><b>soluções ambientais, para a saúde humana e agricultura</b><span style="font-weight: 400;"> que estão em aplicação ou sendo desenvolvidas. As inovações em microbioma vêm se tornando uma grande aposta da ciência e da indústria para o futuro, na busca por tecnologias que sejam mais sustentáveis, no caso da agricultura e meio ambiente, e precisas, no caso da medicina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/afinal-o-que-e-o-microbioma/"><b>microbiomas</b></a><span style="font-weight: 400;"> são essenciais para a saúde global, do ambiente e humana. Mas essa importância só vem sendo melhor compreendida pela ciência através de novas ferramentas e conhecimentos, como a </span><a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/o-que-sao-as-ciencias-omicas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">genômica</span></a><span style="font-weight: 400;">, a </span><a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/como-a-ciencia-de-dados-esta-transformando-a-microbiologia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ciência de dados</span></a><span style="font-weight: 400;"> e o entendimento sobre </span><b>o papel das comunidades microbianas junto aos macrorganismos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é a partir desse conhecimento que novas tecnologias estão sendo desenvolvidas. Reunimos três potenciais inovações envolvendo tecnologias baseadas em microbioma que estão sendo desenvolvidas atualmente. Confira:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="font-weight: 400;">1. Monitoramento e sanitização contra patógenos</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>pandemia de COVID-19</b><span style="font-weight: 400;">, causada pelo vírus SARS-CoV-2, evidenciou a necessidade de tecnologias que possibilitem o </span><b>monitoramento dos microrganismos</b><span style="font-weight: 400;"> presentes na natureza que tenham potencial para se tornarem </span><b>patogênicos</b><span style="font-weight: 400;"> contra seres humanos, processo conhecido como </span><a href="https://www.comciencia.br/destruicao-de-biomas-contribui-para-surgimento-de-novas-epidemias/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;">spillover</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">É provável que o coronavírus que causou a pandemia da COVID-19 tenha </span><a href="https://jornal.usp.br/ciencias/covid-19-como-o-virus-saltou-de-morcegos-para-humanos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">“pulado” de morcegos para seres humanos</span></a><span style="font-weight: 400;">. Esse processo também já resultou em outras doenças infecciosas, como é o caso da raiva e diversos tipos de gripe (influenza).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, pesquisadores estão cada vez mais focados em melhorar o monitoramento do microbioma de animais, buscando mapear e acompanhar vírus e outros microrganismos patogênicos com algum potencial de infectar humanos. Um exemplo foi ilustrado por </span><a href="https://jornal.unesp.br/2022/06/23/pesquisadores-mapeiam-areas-com-potencial-para-futuros-surtos-de-doencas-semelhantes-a-covid-19/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">uma pesquisa</span></a><span style="font-weight: 400;">, publicada em abril de 2022, que buscou identificar quais serão as áreas de concentração de 35 espécies de morcegos hospedeiros de vírus semelhantes ao SARS-CoV-2. Com o estudo foi possível projetar que, no futuro, será importante monitorar países como China, Laos, Vietnã e Tailândia, considerando a concentração de espécies de morcegos hospedeiras de </span><b>coronavírus semelhantes ao SARS-CoV-2</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de iniciativa deve se tornar uma importante ferramenta epidemiológica para monitorar microrganismos com potencial de </span><i><span style="font-weight: 400;">spillover</span></i><span style="font-weight: 400;">. Com o avanço de campos como a </span><span style="font-weight: 400;">metagenômica</span><span style="font-weight: 400;">, será possível identificar patógenos de forma cada vez mais eficiente, associando a </span><b>informação genética</b><span style="font-weight: 400;"> contida no microbioma de animais com sua </span><b>capacidade de causar doenças</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2>Ambientes hospitalares</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, outras iniciativas focam na avaliação do microbioma de ambientes mais específicos, como os </span><b>ambientes</b> <b>hospitalares.</b><span style="font-weight: 400;"> O </span><b>aumento da resistência de bactérias a antibióticos</b><span style="font-weight: 400;"> é um grande problema para o setor da saúde. Essa resistência é causada principalmente pelo </span><b>uso indiscriminado dos antibióticos</b><span style="font-weight: 400;">, o que acaba selecionando cepas mais resistentes de bactérias causadoras de doenças. </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/infeccoes-por-superbacterias-levaram-a-morte-de-12-milhao-de-pessoas-em-2019/#:~:text=A%20publica%C3%A7%C3%A3o%20apontou%20um%20cen%C3%A1rio,infec%C3%A7%C3%B5es%20causadas%20por%20bact%C3%A9rias%20resistentes." target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Mais de 1 milhão de pessoas morrem</span></a><span style="font-weight: 400;"> por ano devido à resistência bacteriana a antibióticos.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para contribuir com alternativas para esse problema, </span><b>sistemas baseados em microbiomas para monitoramento e sanitização de ambientes hospitalares</b> <a href="https://www.mdpi.com/1422-0067/20/7/1535" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">vêm sendo testados</span></a><span style="font-weight: 400;">. O princípio é o seguinte: um microbioma desequilibrado, em que a presença dos diferentes microrganismos está desregulada, é propício para o surgimento de microrganismos resistentes que causem infecções. Quando se conhece esse desequilíbrio </span><b>a nível mais específico</b><span style="font-weight: 400;">, é possível saber em quais locais há maiores chances de proliferação desses patógenos. Além disso, </span><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30001345/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">produtos de sanitização contendo probióticos</span></a><span style="font-weight: 400;"> já estão sendo desenvolvidos para modular tais microbiomas, dificultando o surgimento de patógenos nesses </span><b>ambientes</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="font-weight: 400;">2. Alternativas para lidar com o lixo</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A vida moderna e o desenvolvimento da civilização humana trouxeram consigo um grande problema enfrentado hoje: o acúmulo de lixo e resíduos sólidos. Alguns desses resíduos, como é o caso do </span><b>plástico</b><span style="font-weight: 400;">, podem demorar mais de </span><b>400 anos</b><span style="font-weight: 400;"> para se decompor. Outros materiais, como o alumínio, podem demorar até </span><b>500 anos</b><span style="font-weight: 400;">. Soma-se a essa dificuldade o fato de a humanidade produzir, em média, </span><a href="https://brasil.un.org/pt-br/81186-humanidade-produz-mais-de-2-bilhoes-de-toneladas-de-lixo-por-ano-diz-onu-em-dia-mundial" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">2 bilhões de toneladas de lixo por ano</span></a><span style="font-weight: 400;">. Só no Brasil, são </span><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2021-08/80-milhoes-de-toneladas-de-residuos-sao-produzidos-no-pais-cada-ano#:~:text=Publicado%20em%2013%2F08%2F2021,res%C3%ADduos%20produzidos%20a%20cada%20ano." target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">80 milhões de toneladas de resíduos descartados anualmente</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso dos eletrônicos, o descarte vem crescendo nas últimas décadas, tendo atingido globalmente mais de </span><a href="https://www.tonerbuzz.com/blog/e-waste-facts-statistics/"><span style="font-weight: 400;">53 milhões de toneladas</span></a><span style="font-weight: 400;"> em 2019. Há diversos metais e </span><b>elementos de difícil decomposição nesse tipo de resíduo</b><span style="font-weight: 400;">. A reciclagem de eletrônicos costuma ser feita através de métodos que permitam a extração de metais para composição de outros produtos. Para isso, o lixo eletrônico é aquecido a mais de 1.000ºC ou ácidos são utilizados para sua degradação. Em ambos os casos, há a geração de </span><b>subprodutos prejudiciais ao meio ambiente</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é por isso que cientistas estão interessados em bactérias que têm a capacidade de produzir </span><a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.1820329116#sec-1" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">químicos eficientes para quebra de metais como cobre e ouro</span></a><span style="font-weight: 400;">. Esse tipo de processo é denominado “</span><a href="https://www.cietec.org.br/riquezas-a-serem-catalisadas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">biolixiviação</span></a><span style="font-weight: 400;">” e já está presente nas atividades de mineração, em que microrganismos são utilizados para </span><b>extrair metais de minérios brutos</b><span style="font-weight: 400;">. Essas tecnologias </span><a href="https://tecnologiammm.com.br/doi/10.4322/2176-1523.1205" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">vêm sendo desenvolvidas nos últimos anos</span></a><span style="font-weight: 400;"> e no futuro podem se traduzir em novas opções para reciclagem do lixo eletrônico de forma mais sustentável, já que não geram subprodutos como os métodos tradicionais de extração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com relação aos plásticos, pesquisadores também buscam alternativas a partir de </span><a href="https://www.labiotech.eu/in-depth/bioplastics-2019-feature/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">enzimas presentes em microrganismos</span></a><span style="font-weight: 400;"> que </span><b>degradam os polímeros</b><span style="font-weight: 400;"> que compõem o material, facilitando sua reciclagem e aumentando a sustentabilidade do processo. O problema, entretanto, é que existem diferentes tipos de plásticos e, para isso, são necessárias </span><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2666790821000434#:~:text=Cutinase%2C%20Lipase%20and%20PETase%20(an,et%20al.%2C%201977)." target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">diferentes enzimas com a capacidade de quebrar as cadeias de polímeros</span></a><span style="font-weight: 400;">. Caso essas inovações se concretizem, também será possível </span><a href="https://www.technologyreview.com/2021/10/06/1036571/carbios-enzymes-recycle-plastics-pet/#:~:text=Carbios%20has%20been%20developing%20enzymatic,together%20to%20make%20new%20plastics." target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">reciclar materiais que não podem ser reciclados pelos processos mecânicos</span></a><span style="font-weight: 400;">, como é o caso das roupas de material sintético.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="font-weight: 400;">3. Nova geração de produtos biológicos para a agricultura</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Os produtos biológicos – ou bioinsumos – contendo microrganismos não são uma invenção nova. O Brasil, por exemplo, já utiliza bactérias do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Bradyrhizobium</span></i><span style="font-weight: 400;"> na cultura da soja desde a década de 1970, com o objetivo de favorecer a </span><a href="https://www.embrapa.br/tema-fixacao-biologica-de-nitrogenio" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">fixação biológica de nitrogênio (FBN)</span></a><span style="font-weight: 400;">. Hoje, 79% das plantações brasileiras de soja são tratadas com tais bactérias noduladoras, de acordo com a Associação Nacional dos Produtores e Importadores de Inoculantes (ANPII). Mas o avanço do conhecimento científico sobre os microbiomas, sua diversidade e funções junto às plantas demonstra que ainda existe potencial para </span><b>uma nova geração de produtos biológicos</b><span style="font-weight: 400;">, mais eficiente e que confira vantagens mais complexas a cultivares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos recentes utilizando técnicas avançadas de </span><a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/como-a-ciencia-de-dados-esta-transformando-a-microbiologia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">sequenciamento genético e computação</span></a><span style="font-weight: 400;"> têm demonstrado que o microbioma tem </span><b>impacto direto na produtividade vegetal</b><span style="font-weight: 400;">. Bactérias e fungos, por exemplo, são responsáveis por fornecer nutrientes para as plantas (como nitrogênio, fósforo e metais) e auxiliar na obtenção de água. Alguns microrganismos são capazes de produzir substâncias que </span><b>aumentam a tolerância das plantas</b><span style="font-weight: 400;"> frente a condições estressantes como seca, garantindo a manutenção da produtividade mesmo em condições desfavoráveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando consideramos questões como as </span><b>mudanças climáticas</b><span style="font-weight: 400;">, os microbiomas escondem um enorme potencial ao oferecer soluções que já existem na natureza para tornar as culturas mais tolerantes a estresses ambientais como seca, calor, entre outros. Para desvendar esse </span><b>tesouro genético</b><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/54173860/novos-microrganismos-de-interesse-economico-sao-encontrados-em-rios-amazonicos" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">a ciência está buscando nos biomas naturais</span></a><span style="font-weight: 400;"> microrganismos desconhecidos, seus genes e moléculas que possam ser a base de </span><b>novos produtos biológicos</b><span style="font-weight: 400;"> no futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda os microrganismos que produzem moléculas que auxiliam na </span><b>defesa contra patógenos e pragas</b><span style="font-weight: 400;">, podendo ser utilizados em substituição aos químicos comumente aplicados na lavoura. Nesse sentido, tecnologias baseadas em microbioma podem ser usadas para </span><a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/produtos-biologicos-podem-ajudar-o-pais-a-diminuir-a-dependencia-de-fertilizantes-quimicos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">diminuir o uso de fertilizantes e defensivos</span></a><span style="font-weight: 400;">. Considerando a toxicidade no excesso de uso de agroquímicos para a </span><a href="https://summitagro.estadao.com.br/saude-no-campo/agrotoxicos-da-agricultura-moderna-e-seus-impactos-no-meio-ambiente/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">saúde ambiental</span></a><span style="font-weight: 400;"> e humana, esse talvez seja um dos grandes potenciais de produtos biológicos para promover a sustentabilidade na agricultura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Principais referências</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Caselli, E.; Brusaferro, S.; Coccagna, M.; Arnoldo, L.; Berloco, F.; Antonioli, P.; Tarricone, R.; Pelissero, G.; Nola, S.; La Fauci, V.; Conte, A.; Tognon, L.; Villone, G.; Trua, N.; Mazzacane, S. Reducing healthcare-associated infections incidence by a probiotic-based sanitation system: A multicentre, prospective, intervention study. <em>PLoS One</em>. (2018). <a href="https://doi.org/10.1371/journal.pone.0199616" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1371/journal.pone.0199616</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">D’Accolti, M.; Soffritti, I.; Mazzacane, S.; Caselli, E. Fighting AMR in the healthcare environment: Microbiome-based sanitation approaches and monitoring tools. </span><i><span style="font-weight: 400;">Int. J. Mol. Sci.</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2019). <a href="https://doi.org/10.3390/ijms20071535" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.3390/ijms20071535</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muylaert, R. L.; Kingston T.; Luo, J.; Vancine, M. H.; Galli, N.; Carlson, C. J., John, S.; Rulli, M. C.; Hayman D. T. S. Present and future distribution of bat hosts of sarbecoviruses: Implications for conservation and public health. </span><i><span style="font-weight: 400;">Proc. R. Soc. B.</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2022). <a href="http://doi.org/10.1098/rspb.2022.0397" target="_blank" rel="noopener">http://doi.org/10.1098/rspb.2022.0397</a></span></p><p>The post <a href="https://www.symbiomics.com.br/pt/inovacao-em-microbioma-3-oportunidades-para-o-futuro/">Inovação em microbioma: 3 oportunidades para o futuro</a> first appeared on <a href="https://www.symbiomics.com.br">SYMBIOMICS</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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